Amor e outras drogas, em cartaz nas salas brasileiras, é muito mais do que uma comédia romântica com os corpos belos e desnudos de Jake Gyleenhaal (vários takes* de bundokinha) e Anne Hathaway, que demonstra bastante naturalidade ao expor seu corpinho. É também um belo drama que trata com muito respeito as pessoas que sofrem do Mal de Parkinson, que é o caso de Maggie, a personagem vivida por Anne; assim como a dificuldade das pessoas de se expor como realmente são e a falta de jeito quando o assunto é amor.
Claro que há momentos divertidos como o irmão gorducho e amalucado (ué todos não são assim?), que depois de levar um fora vai morar com Jake, seu big brother. Jake é representante de vendas da gigante Pfizer, laboratório farmaucêtico, que lançou no mercado o remédio Viagra. E isso é narrativa do filme, já que o longa se passa em 1996, garantindo algum certo constrangimento erétil com o uso do milagroso remedinho. Com a proeza, de não soar vulgar e comédia besta pastelão.
Mesmo contado com vários clichês do be-a-bá das comédias românticas, o grande diferencial de Amor e outras drogas, são suas sinceras intenções em simplesmente contar uma bela história de dois desajeitados que se conhecem e tentam se entender, mesmo diante de uma doença degenerativa ou um irmão que se masturba assistindo a sex tape do seu próprio irmão.
NOTA 8
NOTA 8
* confira no final da página do Blogy
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| Cisne Branco |


3 COMENTA!:
até que enfim uma critica boa desse filme
agora sim tenho vontade de ver
beijos
Delícia de filme!
casalzinho bacana né?
rs
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