Pele da mãe Joana

V de vingança

Nenhum filme de Almodóvar passará em branco, mesmo com o gosto amargo após assistir a esse A Pele que habito. É uma fábula de terror, uma mistura de Frankenstein com novela mexicana e acaba sendo o menos talentoso trabalho do cineasta espanhol. Não chega a ser ruim e se tratando da filmografia de Pedro, deixa muito cineasta wannabe catando sobre de pipoca de uma sala de cinema. O problema é que A Pele é tão absurdo e doentio, que acaba soando como piada em momentos que não deveriam funcionar como comédia. Seria um alter-ego do cineasta, essa persona de um envelhecido Antonio Banderas ou a mulher que o mesmo constrói. Não vou entregar nada para não estragar o que poderá ser surpresa para alguns.  Almodóvar aqui ensina uma nova forma de vingança, assim como Antonio Banderas dá um aviso: jamais mexer com seus filhos. Boa sorte.

NOTA 7

2 COMENTA!:

Marco disse...

Eu achei doentiamente fantástico! Ainda que o "grande segredo" seja visível bem antes do final. Inquietante.

Alan Raspante disse...

Preciso ver!

BUSQUE NO BLOGY*

Carregando...