A murta que geme cresceu

Pela estrada fora eu vou bem sozinho...

Daniel Radcliffe estrela seu primeiro filme pós Harry Potter e escolhe um terror gótico como carro-chefe dessa nova etapa de sua carreira. O resultado? Clichês por todos os lados, sustos do tipo 'pessoas que aparecem do nada enquanto a música sobe' e direção de arte linda. Sim, a coisa é ruim, não pelo fato de Daniel jamais convencer como um jovem advogado, viúvo e pai de um menino de 4 anos. Mas por tratar-se de uma bobagem linda de se ver. Linda? É, linda! Mesmo com essa sensação de deja vu tosca, a produção é extremamente bem cuidada e os sustos de rotina funcionam perfeitamente. O lixo do final,  tão cafona quanto romance psicografado e enredo digno de Chapolin Colorado, quase torna A Mulher de preto uma catástrofe só. No final das contas, o filme é um passatempo bobo como mansões mal assombradas de parques de diversão.  Ruim pero no mucho.

E a mulher de preto ou murta que geme versão Jogos Mortais é realmente assustadora pra caramba.

NOTA 5

Um filme bobo

2 COMENTA!:

Serginho Tavares disse...

tadinho do Daniel mas eu sempre achei que este personagem não tinha nada a ver com ele!

Anônimo disse...

"Clichês por todos os lados, sustos do tipo 'pessoas que aparecem do nada enquanto a música sobe' e direção de arte linda"

Essa descrição serve perfeitamente para Cisne Negro que você elogiou e considerou o melhor filme do ano passado.
Ano passado foi ruim mesmo se tratando de cinema, porque se aquele filme foi o melhor, porrãn...

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